quinta-feira, 30 de julho de 2015

30 de julho de 2015

Bom dia, meus inúmeros leitores!
Um dia, em meio a uma conversa qualquer, uma amiga minha disse que não conseguia começar a fazer nada quando a hora estava quebrada. Só iniciava uma atividade em horários “cheios”, por exemplo, 14h10min, nada de 14h08min, muito menos 14h01min. Claro soltei um “vai, louca!” na hora, mas me analisando aqui, digo a TODOS VOCÊS (rs) que sou tão louca quanto.
Na verdade me acho pior, pois minha insanidade não se prende a(esse “a” é craseado?) hora ou minuto, mas aos dias da semana (eu acho que aquele “a” é craseado, vei).
Por exemplo, é praticamente IMPOSSÍVEL pra mim começar a fazer qualquer coisa, que demande um longo prazo ou planejamento prévio, em outro dia da semana que não seja segunda-feira! Gente, começar qualquer coisa desse tipo numa quinta-feira é inviável pra mim.
O ruim disso não é a constatação da minha loucura. Não. Mas o taaaaaanto de tempo que eu perco por conta dessa paranoia. Colocando no papel, são mais de trinta horas perdidas. E todo mundo sabe que tempo é o que todo mundo não tem nos dias de hoje, pra simplesmente ter uma louca surtada que simplesmente joga todo esse tempo fora! E tem mais, você saber que é loucura, saber o tanto de tempo perdido, se sentir um lixo por conta disso e mesmo assim continuar fazendo?!?!? Merece, no mínimo, uma camisa de força!
O mesmo acontece quando tenho algum evento pra ir no meio da semana, ou no final, tanto faz. O fato é que simplesmente TRAVO e não consigo me concentrar pra desempenhar tarefa alguma, fico só pensando no evento, no evento, no evento, no evento...
E pra quem está pensando que esse evento precisa ser verdadeiramente um evento, tipo o Oscar, está um pouco enganado demais! Basta ser a feira do mês, gente! Aí passo os dias da semana que antecede o dia D pensando: "os tomate, os tomate, os tomate, os tomate".
Mas peço a vocês, caros milhares de leitores, não me julguem, porque isso é coisa da cabeça. É, sim, contra a razão, mas é mais forte do que ela. Então me deixem!

Aproveito esse post pra pedir desculpas a minha querida amiga doida também: sorry, Baby!



terça-feira, 21 de julho de 2015

21 de julho de 2015

É incrível como o dia da pessoa pode dar aquela reviravolta num simples passar de segundos. São coisas tão ínfimas capazes de tirar a pessoa do eixo. Mas é minutos após essa reviravolta que você tem que se posicionar. Ou se entrega, ou se recusa. 
Na grande maioria esmagadora das vezes eu sou aquela que se recusa, e esse posicionamento me traz refrigério de certa forma, pois é na recusa de ficar com raiva de uma pessoa, que acabo perdoando-a. É na recusa de aceitar determinada circunstância que se levantou, que vou adquirindo força pra superar. É na recusa de me dar por satisfeita, que consigo ver a minha real capacidade.
Assumo que pra chegar aí não é apenas se posicionar e as coisas, do nada, acontecem. É uma batalha interior que, muitas vezes, me deixa exausta e com vontade de jogar tudo pra cima. Até porque, a curto prazo, todo mundo sabe que é mais confortável abrir mão de alguém, estacionar no tempo ou ter uma visão pequena de se próprio.
Porém eu sei que o que eu carrego aqui dentro de mim é maior, e também sei que o botão de emergência não vai estar envolto de um vidro com um martelinho ao lado pra, só em caso de precisão, ser acionado. Não. O botão está constantemente pressionado, às vezes mais, às vezes menos, mas sempre em alerta.
Esse botão, sem dúvida, é o que me impulsiona a recusar, mesmo minha mente gritando o contrário: "se entrega! Se entrega! Se entrega!".
É bem verdade que algumas vezes eu me entreguei, mas, sério, do fundo do meu coração, é um arrependimento tão grande que evito pensar, não por covardia, ou vergonha, mas por já ter me perdoado. E assim como eu sou com os outros, sou comigo mesma. Perdoando, não guardo mágoa, rancor, nem fico remoendo. 
Mas sim, fechando o pensamento, o dia tem 24h, e não vai ser um cocôzinho de segundo que vai fazer com que eu perca meu dia, por isso,  nesse exato momento (16h12min) estou  me recusando e pressionando um pouco mais forte o botão de emergência!

segunda-feira, 20 de julho de 2015

20 de julho de 2015

Nossa! Todo começo de ano eu comprava um diário para contar minhas histórias, experiências, conquistas enfim, escrever o que "desse na telha". Nunca tive paciência. Sempre escrevia, no máximo, um mês e jogava o coitado em qualquer gaveta ou prateleira. Não sei se por conta do marasmo que sempre foi minha vida, ou se por realmente não ter paciência! Acho que a segunda opção mais se enquadra no meu perfil, apesar que a primeira também é uma verdade. Nunca tive grandes coisas para contar. 
Minha adolescência não teve nada demais. Simplesmente cresci, sem aquelas perguntas, questionamentos, incertezas, medos que todo mundo diz que o adolescente passa. Não estou querendo dizer com isso que minha infância, puberdade, juventude foi chata! Com certeza não, sempre estive rodeada de pessoas fantásticas, desde familiares até amigos. Mas de fato nunca fui "oh! Mundo, estou crescendo e não sei o que fazer. Estou perdida em meio a tantas dúvidas!". NÃO. 
Tive alguns amores, claro, mas com três meses de utopia enjoava do meliante e não aguentava nem olhar pra cara dele. Meus amigos sempre foram amigos de verdade, sabendo curtir cada momento da vida. Acho até que ninguém curtiu tando a adolescência quanto a gente. A família, sem dúvida, era/é a mais animada de todas, dos dois lados, sempre se reunindo pra comemorar alguma coisa. Sem contar nos almoços de domingo, né? Mil primos, quatrocentos tios e um monte de comida. Rir era o prato principal.
Minha vida sempre foi um mar de rosas, sem ondas, no máximo aquelas marolinhas. Mas, como eu disse ali em cima, isso não fez com que minha juventude fosse "qüen", muito pelo contrário, foi a melhor do planeta!!
O porquê de estar escrevendo tudo isso é pra dizer que o nome do blog, que acho que vai ter um leitor apenas (eu), é "Diário" pelo simples fato de jajá estar esquecido, às moscas, como todos os meus outros diários.
Mas antes de dar "tchau" vou me apresentar:::::::::::::::::::::: Sou Katarine!

Cheiro.